terça-feira, 18 de outubro de 2011

=


Apaixonei-me pelo amor, pela paz, pela música. Apaixonei-me pela verdade, por abraços apertados e sorrisos sinceros. Apaixonei-me pelo nascer do sol, pela lua cheia e imagine-se, apaixonei-me pela mente humana. Apaixonei-me pela forma como o meu gato se deita como um rei nos meus lençóis. Apaixonei-me pela voz da minha irmã.
Vê lá... Apaixonei-me por tanta coisa e mesmo assim continuo perdidamente apaixonada por ti!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Nós e a Lua



Nunca tinha reparado que a lua era mais branca e brilhante numas noites do que noutras. Mas quando reparei, por ter tirado fotografias à lua durante um mês seguido, à mesma hora, do parapeito do meu quarto, pensei em nós. Imagina, eu a passar as fotografias para o computador e da primeira vez que vi as trinta fotografias seguidas, pensei em nós. Nós somos iguais à lua, meu amor. Agora sei disso. Umas vezes somos tímidos e pequenos, outras vezes somos enormes e extrovertidos. Às vezes brilhamos mais que outras. E tu, meu anjo, tu és lindo, tal e qual a lua. Quando o sol foge, quando já não podemos contar com a luz dele, lá está a lua, para nos iluminar a noite. As outras pessoas seguem a vida delas, mas tu ficas, não te esqueces que eu existo. Ou seja, brilhamos sempre, mesmo que por vezes pareça que somos dispensáveis, descobri que somos exactamente o oposto. Eu para ti e tu para mim…Somos a lua, meu amor. É por isso que te amo tanto.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Music = Life



Podemos ser altos , baixos. gordos, magros, bonitos ou feios, inteligentes, burros, extrovertidos, introvertidos, confiantes ou nem por isso, optimistas, pessimistas, rebeldes ou bem comportados, ricos, pobres, pretos, brancos, jovens, adultos, velhos, homens ou mulheres... Podemos ser muito diferentes mas não conheço uma única pessoa que não goste de música!

A música NUNCA nos descrimina!

A nossa vida respira e transpira música. A música muda vidas, move multidões e une gerações.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Pensamento de café




Se pudesse...

Perguntava-te o que te passa pela cabeça! Quem te julgas para esmagar o meu coração? Esmaga-lo, amassa-lo, mastiga-lo, deita-lo fora... Quem te julgas? Como se eu fosse inteiramente tua, e a minha alma vivesse para ti. Dizia-te: Não te julgues de grande, pois o que tens garantido hoje, perdes amanhã. E de amado passas a desprezado e de grande a minúsculo. Antes de te amar a ti, já me amava a mim, há montes de tempo!

Se pudesse dizia-te para desceres há terra!

domingo, 22 de maio de 2011

Espalha a mensagem




Quem nos leva ao céu suavemente, também nos consegue pôr na Terra bruscamente. Quem nos dá o Mundo, também o pode tirar. Quem nos faz bater o coração aceleradamente, nos dá mil voltas à cabeça e nos corta a respiração, pode ir embora... Nós, podemos ser essa pessoa mesmo sem darmos conta e mesmo assim, não paramos nunca de amar, pois, se assim fosse o Céu não era o limite. WHIT LOVE*

Wii







Bem, a Sumol - marca de refrigerantes - sempre me insipirou! Não me refiro à bebida (até pq não gosto muito, mas os anúncios que fazem passar pela televisão, pelos placards da rua, pela internet... Tudo o que os engenhosos senhores do marketing da Sumol fazem é tão puro e tão profundo. Representa esta nova/velha Geração à Rasca! Revolta, sem rótulos definidos, com direito de viver a sua própria vida! Adoro adoro adoro!

sábado, 23 de abril de 2011

(h)



GO FUCK YOURSELF! *







* (há boas maneiras de mandar alguém para um sítio)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

People Need Pleople

Não sei se tenho saudades de ti, ou do que um dia me fizeste sentir. É estranho... Já tinha ouvido histórias do género "eu não tenho saudades do(a) X, tenho saudades do que sentia quando estava com ele(ela)", Só sei que sinto um género de saudade esquisita, um género disso. Falo contigo e sinto um enorme carinho para contigo, gosto de ti. Não sei se gosto de ti, pelo passado, pois quando digo que tenho saudades, não é da semana passada, é do ano passado, dos anos passados, sinto falta do início de tudo. Sinto falta de sentir saudades da semana passada!
Agora acho que não te dei o valor merecido. Quer dizer, sempre te tratei da melhor forma que sei tratar as pessoas, e sempre gostei de ti da minha melhor maneira. Mas na altura não sabia que a forma como gostávamos uma da outra era assim tão especial! Talvez a tua forma de gostar, porque a minha, julgo que continua a mesma.
De qualquer das maneiras e independentemente de qualquer coisa, se algum dia os teus ombros cairem - mesmo pelas coisas mais absurdas - não te esqueças que eu tenho dois e não me importo de te emprestar.
És especial, pequena.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Ta

Venho por este meio informar que o meu pedido de desculpas de há dois posts atrás está totalmente e completamente anulado!
Amo roupa! Quer dizer, amo acessórios, calçado, cabelos, unhas e tudo e tudo. Amo vestir-me e vestir as outras pessoas. Não tenho que ter vergonha disso, não é!? Não prejudico ninguém e sei que o exterior deve ficar sempre para 2º plano. Se consigo trabalhar a minha personalidade e vestir-me a mim e a toda a gente, e comer gomas e andar de baloiço, qual é o problema?
Acho que o estilo definido ou não de uma pessoa pode dizer muito sobre essa pessoa. E pronto, que se lixe a roupa quando se tem uma boa personalidade, mas, pessoas, acreditem que não são piores pessoas por gostarem tanto de roupa, ou de desporto, ou de trair o vosso par (agora estou a brincar).
Vá, be happy. Kiss*

domingo, 20 de março de 2011

Ráiul

Estou a tentar adormecer, mas não me sais da cabeça. Tentei criar uma espécie de baú na minha cabeça, dos momentos em que desejei não amar-te, para adormecer mais rápido, às vezes resulta, mas não esta noite. Quero-te tanto!
Gostava que percebesses que as tuas palavras esclarecedoras, ecoam na minha cabeça, esta noite, mais do que em todas as outras noites. Amo-te tanto e tu nem queres saber. Nem sei como te amo, visto que me fazes todos os dias sentir o rapaz mais infeliz da terra. Não o negues, nem digas que há quem esteja em pior situação que eu. Porque tu, fazes com que todo o meu interior deixe de funcionar - especialmente o coração, e que, exista apenas, para te amar.
A minha vida é amar-te, mas tu, nem a isso dás valor.
Ás vezes, fantasio contigo e comigo a fazermos sexo. Deves achar isto repugnante, e eu, sou o rapaz mais nojento à face da terra. Gostava de ter esse prazer. Mesmo que não fosse possível, podiamos simplesmente beijarmo-nos. Deves saber tão bem...
Podias amar-me, ou fingir, já estou por tudo, quero-te simplesmente perto de mim! Amo-te tanto!
Tenho tanto sono, não durmo há treze dias, por ti. Podias amar-me por isso. As tuas fotografias nas paredes do meu quarto, no meu telemóvel... Não suporto não me quereres. Tens que me querer! Eu quero-te tanto!
Um dia, espero que vejas isto e te arrependas por não me ter amado, como eu mereço.
Agora, vou dormir, para sempre. Vou ser o menino mais infeliz do céu! Porque tu, nunca tiveste a gentileza de me amar.

ABAIXO


Somos extremamente estúpidos, tenho dito. A base das nossas emoções, as que nos dão vontade de viver, de sorrir, as que consideramos realmente importantes, parecem-me tão fúteis, que nem tenho palavras. Eu, que sou tantas vezes acusada de ter sempre uma palavra a acrescentar, de não conseguir estar calada, quando todos se calam. Eu, que falo, de mais (diz-se por aí), fico sem palavras, quando em vez de o amor, o verdadeiro amor, aquele que devia envolver todos, que devia sobressair em todos, esse amor é substituído por roupas de marca, por saídas todas as noites, por ser o rapaz que "curte" com o maior número de raparigas, ou por ver quem tem o namorado mais giro. Por saber quem é o mais rico, o mais pobre, o mais gordo, o mais magro. Muitas vezes, por cuscar e destruir o que não toleramos que os outros tenham de melhor. Eu, insiro-me nas pessoas que quer roupas de marca. Culpa minha, sou tão estúpida! Tanta futilidade da minha parte, por gostar tanto de me vestir, de escolher roupas para toda a gente. Desculpem-me.

Se Deus existe, tenho que concordar, DEVIAMOS ser todos irmãos, tratados da mesma forma, vivermos sem quaisquer privações (do necessário). Deviamos ser todos irmãos, se fossemos todos iguais. Como é que o mais racista de todos pode ser irmão do mais pacífico? Como podemos igualar o bom, se somos o mau? Sendo assim, não seriamos irmãos. Não somos! Ainda não descobri bem o grau de parentesco...

Somos tão incrivelmente estúpidos! O mais grave, é quem nem o conseguimos ver.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

OFICIAL

É oficial, odeio adultos. Cada vez mais conheço supostos adultos (considerados pela idade), que de mentalidade… Nem sei como qualificar. Mesmo burros, desinteressados, mesmo muito fraquinhos. Não odeio ninguém em específico, mas quase todos no geral.

Tantos que têm as hormonas mais descontroladas do que as minhas, - que sou realmente uma adolescente – tenho a sensação de que pouquíssimos são os que chegam a ultrapassar a fase do armário. Acho muito bem, porque se calhar se saíssem o resultado ainda seria pior.

Gente sem moral diz coisas do género: “Já tens idade para ter juízo”, quando eles próprios não sabem o verdadeiro significado de juízo.

Mas, claro, como quase tudo, as coisas têm um lado positivo. Já não temos que nos preocupar com o envelhecimento da população, vejo cada vez mais jovens (mas com cabelo branco).

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Eu gostava que as pessoas fossem animais


Sabem o que é pior do que conhecer uma pessoa cheia de personalidade, com imenso espírito crítico, com um feitio difícil, e essa pessoa se revelar ser uma má pessoa, que, apesar de ter tudo podem alcançar muitos feitos e ser uma excelente pessoa? Sabem o que é pior do que uma desilusão dessas? Conhecer uma pessoa que não faz mal a ninguém, que não se cansa de dizer o quanto gosta de nós e de passar a vida a mimar-nos, ser realmente querida, e apesar da personalidade não ser tão forte assim, toda a ingenuidade e pureza torna qualquer um adorável!

Achava que pessoas dessas, só se revelavam nos filmes, essas pessoas existiam, mas não na minha vida, mais na dos outros. É pena, sinceramente, a única coisa que me trás, assistir a uma mudança tão tremenda, de um momento para o outro, só pena é que posso sentir.

Pensava que, não sendo tão mimosa e cheia de estrelas e corações, ia ser imune a qualquer uma dessas pessoas, mais uma vez... Redondamente enganada!

É pena, sabem porquê? Porque, uma vez mais o meu dia acaba, a batalhar comigo própria, porque o céu não é assim tão azul e as nuvens não são assim tão brancas. É pena!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Sentido

Dia e noite, ocupada ou sem nada para fazer, feliz ou triste, a ouvir a minha música ou a cantar, a ouvir ou a falar, em qualquer momento o meu único pensamento é "voltar"! Voltar é a única palavra que teima em ficar na minha cabeça, nos meus movimentos, nos meus olhos. Tudo o que faço, tudo o que sinto gira à volta de uma única palavra. Sim, descobri que uma vida pode resumir-se (nos últimos tempos) a uma qualquer palavra, que define tudo o que quero, tudo o que sonho.
Pela segunda vez perdi o mais importante da minha vida! Como é que um desporto pode ser o mais importante da vida de alguém, não é verdade!? Até eu estranho como a importância do basquete se apoderou de mim, como uma bola e um cesto conseguem fazer tanto sentido na vida, na minha vida.
Um jogo que se torna num escape de tornar o insuportável em doloroso, o doloroso em suportável, o suportável em bom, o bom em óptimo. Um jogo que injecta uma dose de vida e de vontade de jogar incontrolável e sem qualquer tipo de explicação. Um jogo que nos encaminha para uma enorme lista de emoções, que vai desde a euforia da vitória, ao orgulho de uma boa exibição, à entreajuda que só um jogo colectivo consegue ensinar, ao saber perder, ao saber ganhar, ao trabalho árduo (e não falo só de suor), ao respeito, ao fair-play. Ensinamentos para a vida e mandamentos para qualquer jogador.
Quando o basquete deixa de ser só um desporto e passa a ser um estilo de vida, quando o clube passa a ser uma escola e uma casa, quando os treinadores passam a ser como professores ou pais, quando os colegas de equipa/clube passam a ser amigos e irmãos... Quando os treinos não são só um modo de nos tornarmos melhores jogadores individuais e colectivos e passam a ser, para além disso, um modo de escape para mandar as frustrações para o cesto - em vez de mandar para outro lado. É um mundo brilhante, recheado de pessoas excelentes. Quando o basquete deixa de ser um desporto e passa a ser O DESPORTO, qualquer um seria automaticamente dependente de uma bola e um cesto.
Só quero voltar para a rotina e aprendizagem diária... Só quero sentir de novo o MEU desporto crescer e eu crescer também, juntos.
Só peço que voltes, ou que me deixes voltar a viver-te, para me voltar a perceber e a encontrar. Dás sentido à minha vida como nada consegue dar, tirarem-me é infinitas vezes pior do que tirar uma agulha a um drogado.
Não peço muito: um bom joelho, uma bola e um cesto. Juro-te basquete, quando voltares, vou voltar a fazer tudo o que for preciso para nunca mais te largar.
Porque sem ti, meu grande amor, podia ser qualquer coisa, mas continuava sem ser basquetebolista. VOLTA, peço-te!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Vamos Por Cores

Chuva, sol, arco-íris. É a descrição do dia. Acordei mal-disposta e super atrasada para as aulas - para não variar. Quando olhei para o telemóvel e vi as horas, saltei da cama, literalmente, de tal maneira que bati com a cabeça na cama de cima do beliche. Deixei-me adormecer, mais uma vez. Ninguém me pode culpar, porque desta vez foi mesmo sem intenção. Demorei apenas quinze minutos a despachar-me, por isso imaginem como me senti mal quando soube que ia ter mais uma falta de presença para a colecção.
Estou agora a sair de casa com os meus fones nas orelhas e o cachecol a fazer com que o pescoço seja a parte mais quente do meu corpo. Odeio pingas!, ou chove ou não chove, agora umas amostras de chuva a estragar-me o cabelo é desnecessário. Ainda por cima nem o penteei antes de sair de casa! Super higiénico, certo?!
Cheguei à estação e faltam dois minutos para chegar o meu comboio, depois metro para ir ao Colombo (é um centro comercial, pessoas). Já perdi as aulas da manhã, vou fazer tempo e tentar comprar umas camisolas de meia-estação, que estou mesmo a precisar.
Adoro os empurrões do metro e as pessoas a suarem, mesmo quando estão 15 graus, sim. É agradável.
No mp4 está a dar aquela do Eminem, The Way I Am, brilhante...
Estão a ligar-me. Onde raio está o telemóvel? Odeio malas desorganizadas e também odeio organizá-las. É o meu amor. AMO-O!

p.s-O Gonçalo tem sido das únicas pessoas que até nos dias de pingas me põe um sorriso na cara!

Nada lamechas, isto!

(desculpem lá a maçada, mas apeteceu-me publicar)

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

?

Enquanto os outros se encarregam de espalhar o meu nome, eu encarrego-me, pura e simplesmente de ser eu própria.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

1PD

Um pensamentos do meu dia:
O mais cobarde não é o que vai, é o que fica quando quer ir.

domingo, 9 de janeiro de 2011

O impossível é possível

Acredito, sinceramente, que ninguém é dependente de ninguém. Que não se consegue viver sem esta ou aquela pessoa. Acho isso demasiado exagerado, literalmente, não aceito. Podemos até sentir isso, eu já senti... Isso não quer dizer que o que se sente não possa ser contrariado. O que sentimos nem sempre é a "realidade". Porque amar, querer, desejar, tudo isso, modifica (ou pode modificar) muito a forma como as pessoas vêm o mundo, ou seja, vêm a vida de outra maneira. Percebo que as pessoas se amem e necessitem umas das outras para se sentirem bem com elas próprias, percebo a suposta dependência que está em metade da população mundial, não percebo é porque não fazem para contrariar essa dependência. Queixamo-nos por quando somos dependentes, mas nos casos em que podemos realmente não o ser, deixamo-nos levar pelas emoções que nos constroem ou destroem.
Podemos, se estivermos dispostos a isso, reconstruir, reviver, reamar - não sei se esta palavra existe, mas não faz mal. A mensagem que quero passar, é que por mais importante que uma pessoa consiga ser para nós, devemos sempre gostar mais de nós, por mais difícil que seja, tem que ser, para nosso próprio bem. Devemos amar-nos acima de qualquer outro. Devemos respeitar-nos para nos darmos ao respeito.
Digo isto, porque já me pegaram na mão, e ensinaram-me a voar, depois cortaram-me as assas e tive que voltar a aprender a andar. Um dia, estou ciente que voltarei a voar.
Para mim é: O único limite somos nós próprios. Eu, não gosto de limites, mas gosto muito de mim!