É Natal! Está em todo o lado, nas ruas, nos centros comerciais, nas casas, nos cafés, nas lojas, nos embrulhos, nas mensagens, nos sites e, claro, na conta bancária. Tudo isto e algo mais que me tenha esquecido acusa a época do ano que estamos a passar.
É Natal e toda a gente sabe isso, toda a gente está contagiada por isso, certo? Até parece que, nesta altura do ano, somos todos muito mais pacíficos que durante todos os outros dias que vivemos. Por uma ou por outra razão, as pessoas (re)lembram-se umas das outras, MUITO mais que no resto do ano. Porque esta é a época da "paz e do amor". Até gosto disso, que haja uma altura do ano em que assim é.
Adoro estar com a família, comer os doces, abrir as prendas. Já é algo habitual e ainda não me consegui cansar.
O ano passado questionei-me pela razão da existência do Natal e cheguei à conclusão que não servia para nada. Que era simplesmente uma desculpa para dar e receber prendas e estar com a família quase por obrigação porque "tem que ser". Ainda penso isso, claro. Não posso é negar que seja uma boa desculpa. É bom, termos pelo menos um ou dois dias (se contarmos com dia 24) para estar com a família. Os presentes, vêm por acréscimo, adoro o acréscimo, diga-se de passagem.
Já que durante o resto do ano a família fica para o fim, um ou dois dias é melhor que nenhum, certo? Sendo assim, neste momento, prefiro o meu pensamento de este ano.
Feliz Natal pessoas, que recebam todas as prendas que pediram, ou desejam receber, que comam todos os doces que tiverem possibilidades para comprar, e que, acima de qualquer coisa, aproveitem o espírito familiar que pode ser vivido.
Desejo também, muita paz e amor, não só para estes dias, como para todos os que ainda estão para vir.
P.S - Não me odeiem por escrever sobre um tema tão ordinário, por favor.
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