quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

7 vidas?


Vejam-me a arder. Mais uma vez, sou uma fénix!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Este ano o Natal é...

É Natal! Está em todo o lado, nas ruas, nos centros comerciais, nas casas, nos cafés, nas lojas, nos embrulhos, nas mensagens, nos sites e, claro, na conta bancária. Tudo isto e algo mais que me tenha esquecido acusa a época do ano que estamos a passar.
É Natal e toda a gente sabe isso, toda a gente está contagiada por isso, certo? Até parece que, nesta altura do ano, somos todos muito mais pacíficos que durante todos os outros dias que vivemos. Por uma ou por outra razão, as pessoas (re)lembram-se umas das outras, MUITO mais que no resto do ano. Porque esta é a época da "paz e do amor". Até gosto disso, que haja uma altura do ano em que assim é.
Adoro estar com a família, comer os doces, abrir as prendas. Já é algo habitual e ainda não me consegui cansar.
O ano passado questionei-me pela razão da existência do Natal e cheguei à conclusão que não servia para nada. Que era simplesmente uma desculpa para dar e receber prendas e estar com a família quase por obrigação porque "tem que ser". Ainda penso isso, claro. Não posso é negar que seja uma boa desculpa. É bom, termos pelo menos um ou dois dias (se contarmos com dia 24) para estar com a família. Os presentes, vêm por acréscimo, adoro o acréscimo, diga-se de passagem.
Já que durante o resto do ano a família fica para o fim, um ou dois dias é melhor que nenhum, certo? Sendo assim, neste momento, prefiro o meu pensamento de este ano.

Feliz Natal pessoas, que recebam todas as prendas que pediram, ou desejam receber, que comam todos os doces que tiverem possibilidades para comprar, e que, acima de qualquer coisa, aproveitem o espírito familiar que pode ser vivido.
Desejo também, muita paz e amor, não só para estes dias, como para todos os que ainda estão para vir.

P.S - Não me odeiem por escrever sobre um tema tão ordinário, por favor.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Assim 'Tás Bem?

Quando olhares para trás, não te peço para veres o que sem ti fui capaz.
Aliás, não quero que olhes para trás, porque, afinal de contas, não é para trás que é o caminho. Sempre foi mais fácil desistir, porque lutar por alguém que sente toda a gente da mesma forma, não vale a pena. Eu sou eu, mereço ser tratada como tal. Não sou igual às outras, não me tratarás como tratas as outras.
Quando sonhava com o futuro, com o que seríamos juntos, era bom. Nunca te tratei da mesma forma, nunca tinha sonhado como sonhei. Dou valor ao que és, ou foste, caramba, nem sei.
Não mudes as fases das frases, ou as frases das fases. Não mudes a realidade, porque mesmo que a tentes alterar, não conseguirás.
Não me faças sentir culpada de nada, por te tratar da forma como te trato. Forma essa, que só tu és digno de ser tratado.
Não sei o destino, nem sei se estamos destinados. Sei que sou especial e que não gostas que me sinta mal. Também sei que não sou a única e que o destino poderá não ser assim tão especial. Quando sonho no futuro, não sonho a cor-de-rosa. Sonho com todas as cores do mundo, porque assim é o meu futuro. Contigo ou sem ti, estarei bem. Não nasci para sofrer, ou "ir sofrendo".
Como o outro diz "eu quero é paz, pá". Okay?

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Olá! Adeus?

Rancor. É normal senti-lo, certo? É normal não desculpar atitudes, palavras, fases más? Certo? Não me podem pedir que não o sinta, ou não o mostre, se eu o sinto e gosto que fique claro o que sinto ou não, logo mostro-o. Não têm direito de me quererem alterar, pois não?
Não sei se sim ou se não, mas pelo menos todas as pessoas que conheço são um pouco rancorosas. Umas mais, outras menos. Umas que demonstram o rancor, outras que tentam esconder. Isso é como em tudo. Se acham que têm o direito de me condenar por ser sincera e não ter qualquer problema em mostrar o que sou, estão verdadeiramente enganados.
Quem não gosta de mim nos momentos de tempestade, não merece os de sol. É mesmo assim.
Bolas, acho normal não me lembrar só do bom. Lembro-me do bom como me lembro do mau. É justo! O mau tem influência na vida, mas o bom também tem. Só quero ser eu, não me exijam mais, pois, sinceramente, nem vale a pena.



RR, 8/10/2010