Há situações em que o meu carácter impulsivo me puxa para fazer coisas de que me venho a arrepender, actuo conforme o meu subconsciente manda, deixando-me dominar por mim própria. Parece que tenho um clique imediato que me ordena: “é isto que tens de fazer”. Às vezes nem me apercebo que faço sem pensar. Não há aquele momento em que me afasto para reflectir, não consigo ensaiar o que vou fazer. Porque, para além de não ter essa capacidade, também não tenho a paciência. Atrapalha-me!
A maior parte das pessoas que convive comigo – e mesmo quem não convive - critica a forma como ajo diante qualquer adversidade que se intrometa no meu caminho, apontando a impulsividade como um defeito, como um dos meus defeitos. Eu faço o que pura e simplesmente acho que de imediato é o mais acertado, o que, admito, por vezes, mas só por vezes, não o ser. Tem consequências, como tudo. Na maior parte das vezes negativas. Contudo, julgo que, se uma das minhas características (prefiro chamar-lhe assim) não fosse a impulsividade, as consequências acabariam por ser as mesmas. Primeiro, porque não me costumo arrepender das minhas acções. Segundo, porque não seria tão genuíno, tão puro. Terceiro, porque é bem mais espantoso ser assim. No meu ponto de vista, é bem mais humano quando se actua à pressão, seja em que situação for. Pode ter os seus contras, mas tudo tem.
Eu conheço-me, sou nova mas já sei quem sou, conheço a minha personalidade, e sinceramente gosto muito de mim. Assim, deixo as pessoas falarem o que quiserem, acharem o que preferirem, mas conhecendo-me como conheço, sei que são só opiniões paralelas. Tive uma altura em que me preocupava mais com o que os outros pensavam do que no que eu pensava, não há muito, claro, devido ao meu tempo de vida, mas, mudei e hoje, gosto de agradar, claro, mas estou-me marimbando para o que os outros pensam. Não passam disso, pensamentos, e eu, estou bem mais além de pensamentos. Sou bem mais que isso. Ultrapasso qualquer pessoa que se dá ao trabalho de me achar tão significante, ao ponto de falarem de mim como se me conhecessem, serem ignorantes ao ponto em que acham que sabem do que estão a falar. São críticas, eu aceito-as, não me preocupo, mesmo sabendo que são afirmações falsas.
Ninguém me conhece como eu, vivo comigo, para me agradar a mim. E sabem? Sou muito feliz, já não mudo, já não imito, já não sou uma pessoa que vive na mentira, já fui, mas agora? Agora sou real, sendo eu, sem tirar nem pôr. Posso vir a mudar vários aspectos em mim, mas há uns que nasceram e morrerão comigo. Eu quero aprender, amadurecer mas quero manter muita coisa porque sei que não sou má de todo…
“Às vezes tens que parar, pensar e só depois agir”
Pronto, já parei, pensei e a acção foi a mesma…
A maior parte das pessoas que convive comigo – e mesmo quem não convive - critica a forma como ajo diante qualquer adversidade que se intrometa no meu caminho, apontando a impulsividade como um defeito, como um dos meus defeitos. Eu faço o que pura e simplesmente acho que de imediato é o mais acertado, o que, admito, por vezes, mas só por vezes, não o ser. Tem consequências, como tudo. Na maior parte das vezes negativas. Contudo, julgo que, se uma das minhas características (prefiro chamar-lhe assim) não fosse a impulsividade, as consequências acabariam por ser as mesmas. Primeiro, porque não me costumo arrepender das minhas acções. Segundo, porque não seria tão genuíno, tão puro. Terceiro, porque é bem mais espantoso ser assim. No meu ponto de vista, é bem mais humano quando se actua à pressão, seja em que situação for. Pode ter os seus contras, mas tudo tem.
Eu conheço-me, sou nova mas já sei quem sou, conheço a minha personalidade, e sinceramente gosto muito de mim. Assim, deixo as pessoas falarem o que quiserem, acharem o que preferirem, mas conhecendo-me como conheço, sei que são só opiniões paralelas. Tive uma altura em que me preocupava mais com o que os outros pensavam do que no que eu pensava, não há muito, claro, devido ao meu tempo de vida, mas, mudei e hoje, gosto de agradar, claro, mas estou-me marimbando para o que os outros pensam. Não passam disso, pensamentos, e eu, estou bem mais além de pensamentos. Sou bem mais que isso. Ultrapasso qualquer pessoa que se dá ao trabalho de me achar tão significante, ao ponto de falarem de mim como se me conhecessem, serem ignorantes ao ponto em que acham que sabem do que estão a falar. São críticas, eu aceito-as, não me preocupo, mesmo sabendo que são afirmações falsas.
Ninguém me conhece como eu, vivo comigo, para me agradar a mim. E sabem? Sou muito feliz, já não mudo, já não imito, já não sou uma pessoa que vive na mentira, já fui, mas agora? Agora sou real, sendo eu, sem tirar nem pôr. Posso vir a mudar vários aspectos em mim, mas há uns que nasceram e morrerão comigo. Eu quero aprender, amadurecer mas quero manter muita coisa porque sei que não sou má de todo…
“Às vezes tens que parar, pensar e só depois agir”
Pronto, já parei, pensei e a acção foi a mesma…
RR, 14/06/2010
este texto és mesmo tu
ResponderEliminarSomos o oposto...dos pés à cabeça! (admiração!) Pelo menos no que diz respeito a estes "cliques".
ResponderEliminarsublinho:
"Eu conheço-me, sou nova mas já sei quem sou, conheço a minha personalidade, e sinceramente gosto muito de mim."
GRANDE TEXTO MESMO , e não é pelo tamanho .
ResponderEliminar“Às vezes tens que parar, pensar e só depois agir”
ResponderEliminarPronto, já parei, pensei e a acção foi a mesma…
-tu tens a capacidade de muita coisa que muitos nao tem
Su
Muito bom mesmo (:
ResponderEliminarNI
O teu jeitinho para escrever encanta qualquer pessoa :)
ResponderEliminarcada um é como é, todos temos os nossos defeitos, mas nem todos sabemos assumi-los e tu aqui mostras e assumes tudo o que és :)
ResponderEliminarestá muito bom
“Às vezes tens que parar, pensar e só depois agir”
ResponderEliminarPronto, já parei, pensei e a acção foi a mesma…
Há muitas atitudes que tens de tomar.. as mais drásticas sao muitas vezes tomadas à pressao, porque senão fosse assim, nao as tomariamos nunca.
Beijinhos Rita Pereira =)