quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Vamos Por Cores

Chuva, sol, arco-íris. É a descrição do dia. Acordei mal-disposta e super atrasada para as aulas - para não variar. Quando olhei para o telemóvel e vi as horas, saltei da cama, literalmente, de tal maneira que bati com a cabeça na cama de cima do beliche. Deixei-me adormecer, mais uma vez. Ninguém me pode culpar, porque desta vez foi mesmo sem intenção. Demorei apenas quinze minutos a despachar-me, por isso imaginem como me senti mal quando soube que ia ter mais uma falta de presença para a colecção.
Estou agora a sair de casa com os meus fones nas orelhas e o cachecol a fazer com que o pescoço seja a parte mais quente do meu corpo. Odeio pingas!, ou chove ou não chove, agora umas amostras de chuva a estragar-me o cabelo é desnecessário. Ainda por cima nem o penteei antes de sair de casa! Super higiénico, certo?!
Cheguei à estação e faltam dois minutos para chegar o meu comboio, depois metro para ir ao Colombo (é um centro comercial, pessoas). Já perdi as aulas da manhã, vou fazer tempo e tentar comprar umas camisolas de meia-estação, que estou mesmo a precisar.
Adoro os empurrões do metro e as pessoas a suarem, mesmo quando estão 15 graus, sim. É agradável.
No mp4 está a dar aquela do Eminem, The Way I Am, brilhante...
Estão a ligar-me. Onde raio está o telemóvel? Odeio malas desorganizadas e também odeio organizá-las. É o meu amor. AMO-O!

p.s-O Gonçalo tem sido das únicas pessoas que até nos dias de pingas me põe um sorriso na cara!

Nada lamechas, isto!

(desculpem lá a maçada, mas apeteceu-me publicar)

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

?

Enquanto os outros se encarregam de espalhar o meu nome, eu encarrego-me, pura e simplesmente de ser eu própria.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

1PD

Um pensamentos do meu dia:
O mais cobarde não é o que vai, é o que fica quando quer ir.

domingo, 9 de janeiro de 2011

O impossível é possível

Acredito, sinceramente, que ninguém é dependente de ninguém. Que não se consegue viver sem esta ou aquela pessoa. Acho isso demasiado exagerado, literalmente, não aceito. Podemos até sentir isso, eu já senti... Isso não quer dizer que o que se sente não possa ser contrariado. O que sentimos nem sempre é a "realidade". Porque amar, querer, desejar, tudo isso, modifica (ou pode modificar) muito a forma como as pessoas vêm o mundo, ou seja, vêm a vida de outra maneira. Percebo que as pessoas se amem e necessitem umas das outras para se sentirem bem com elas próprias, percebo a suposta dependência que está em metade da população mundial, não percebo é porque não fazem para contrariar essa dependência. Queixamo-nos por quando somos dependentes, mas nos casos em que podemos realmente não o ser, deixamo-nos levar pelas emoções que nos constroem ou destroem.
Podemos, se estivermos dispostos a isso, reconstruir, reviver, reamar - não sei se esta palavra existe, mas não faz mal. A mensagem que quero passar, é que por mais importante que uma pessoa consiga ser para nós, devemos sempre gostar mais de nós, por mais difícil que seja, tem que ser, para nosso próprio bem. Devemos amar-nos acima de qualquer outro. Devemos respeitar-nos para nos darmos ao respeito.
Digo isto, porque já me pegaram na mão, e ensinaram-me a voar, depois cortaram-me as assas e tive que voltar a aprender a andar. Um dia, estou ciente que voltarei a voar.
Para mim é: O único limite somos nós próprios. Eu, não gosto de limites, mas gosto muito de mim!